Quando a mais valia é gritante, dói.
Ao mais desinformado ou informado cidadão da sociedade, tem um senso comum de que jornalista é uma profissão de elite e que aqueles que são trabalhadores do jornalismo recebem muito bem; o atual movimento dos trabalhadores no jornalismo mostra exatamente o contrário, a luta pelo piso salarial é de combate a extrema acumulação de mais valia pelos donos de meios de comunicação no RN.
O quadro é gritante, o menor estado economicamete: ALAGOAS, paga melhor a um jornalista do que no RN; pior, é que houve recentemente um créscimento econômico de 30% nas empresas de jornalismo no Nordeste.
Estamos num momento em que engrossa a tendência de democratizar profundamente a comunicação deste país, mais percorre pelo movimento contrário aos que trabalham nos meios de comunicação, pelo menos aqui no RN, quando retiram o valor de seu trabalho, para o lucro de suas empresas. Este movimento hostórico desta categoria, deixa a olha nú o feitiche do capital, dos que venderam que jornalista é como se fosse altos executivos. São os mesmos dessa tendência que acreditaram no mundo sem classe depois do "Muro de Berlim", até noticiaram que tinha acabado a história, segundo Fukuyama.
Mais a luta de acende seu pavio, em tempo diferente do criador deste cáculo na economia, Karl Marx; é em Natal em pleno século XXI, companheiros que se proletarizaram e quebram as amarras dos currais jornalistas de nossa provincia.
Todo apoio a mais pura razão de se indignar, ao mais puro legitimo ato de se expressar; quando retiram de nós o valor de nosso trabalho. Parabéns, a luta é mais dígna...
Jocelin Bezerra - Celino
Diretor de formação da CTB/RN
Pte. do SINTSERP
Autor do livro: ANOMIA DO PROFESSOR
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