sábado, 8 de agosto de 2026

O que esperar da Professora Nilda/Prefeita???

 

A vida política da Professora Nilda, começa numa escola pública, como diretora, eleita pela comunidade democraticamente; depois eleita Vereadora e em seguida Prefeita de Parnamirim.

A sua valsa política é uma sopa de letrinhas, que vai dá esquerda para a direita, hoje no centro.

Foi eleita, dizendo que a prefeitura de Parnamirim, tinha dinheiro, mais não tinha gestão. Chegando ao poder, consagrada pela democracia e não pela ditadura, como alguns de seus aliados, propagam e ufanam! Não mostrou até agora, a cara de sua "gestão".

É bem verdade, que ela pegou uma herança de uma gestão passada, com nenhuma escola construída, a saúde na UTI e uma dívida de 383 milhões de Taveira, parte dela com as empresas terceirizadas...

Começou mau a gestão, de início um rompimento com a vice ( a luta do velho contra o novo, na transição, além das vaidades); depois denúncias de corrupção na Selim, às reclamações populares da ineficiência de serviços, devido a inexperiência de cargos comissionados, fatiado nas forças fisiológicas que compõe a "gestão" Nilda.

Pior, a professora em campanha, dizia que Taveira tinha dinheiro, mais não tinha "gestão ". 

E nesse discurso de "gestão", foi onde fez seu mote de campanha e que praticamente, a realidade mostra a Nilda, que "gestão" com enxugamento da máquina e repetir o critério político do passado não e o que ela prometeu, aos que a elegeram.

Mas, o que esperar de uma Professora, que saboreou ideologias, trocando de partidos e não apresentou projeto para a cidade?

É bom deixar claro aqui, que projeto é diferente de gestão, que o projeto e gestão tem sentidos diferentes, em termos de objetivo institucional.

Nesta realidade política, Nilda mostra que está perdida na "gestão" e não tem projeto para Parnamirim.

Alguns indícios mostram está fotografia, primeiro é uma "gestão" rifada com o grupo de forasteiros (como chama os locais), fisiológicos locais, as viúvas das oligarquias e bolsonaristas...A segunda é a insuficiência de arrecadação junto ao governo federal,  simples preenchimentos e projetos ao governo federal das demandas que o governo federal tem com os municípios. A terceira, foi quase aprovada uma emenda para prestação de serviços entregue às Os's (Organização Social/pejotização), uma via de privatização do serviço público municipal. Do qual, o movimento do Sintserp barrou na pressão, os vereadores e a prefeita, recuaram. Quarto, o acúmulo das reivindicações de categorias, entre elas a recomposição salarial do magistério de 28% e reajuste de 8,97% aos servidores gerais.

O centro do debate político, é que a "gestão" de Nilda é apenas o menos do mesmo, não é capaz de ter um olhar desenvolvimentista para a cidade ou fazer o além do existente.

O que cabe ao trabalhador do serviço público, é ter leitura de classe; deixando claro! Nenhum direito a menos!!!, como a própria prefeita disse: "Dinheiro tem!" E nós trabalhadores reivindicamos projeto e respeito; é tão claro isso, que que tal teto de gastos neoliberal, chega a 48% de gastos da folha de pagamento.

Já em idos de lutas, o teto era de 51%, mesmo assim, assim a luta garantiu direitos. Mais como não garantir os direitos a quem garante o funcionamento mínimo da máquina municipal? Às duras penas...

A estrutura de funcionamento da prefeitura não agrada a população, entre elas às áreas de trabalho do serviço social, das unidades de saúde com deficiência de atendimento repetitivo da gestão anterior, às escolas com problemas crônicos, escolas militares para afagar os bolsonaristas que compõe o governo.

Mesmo assim, nesse mar negativo, com esforços dos profissionais na educação, junto aos professores, garantiram o avanço da nota do IDEB, de 4,8% para 5,1%. O que a Professora Nilda precisa, é escutar a voz das Ruas...

Celino Bezerra

Professor e escritor 


 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Obrigado Seu Geraldo! Você nos ensinou...

Era 2004, quando o núcleo comunista eu e Senhor Miyagi; fazíamos conhecimento de campo para articular uma chapa e disputar a direção do Sintserp na eleição de 2005. Sindicato, este dirigido por militante de um partido de esquerda (social democrata).

Na praça paz de Deus, que ainda não tinha esse nome, encontramos um senhor baixinho, de bigode, branco e queimado pelo Sol, vermelho que nem camarão...

Ele dizia que era filiado ao sindicato, tinha sido trabalhador e morava muito tempo em Parnamirim.

Acreditava na luta sindical porque foi os sindicatos que garantiram a carteira de trabalho e outros direitos que ele tinha visto ser materializado na vida dele, na vida de trabalho dele.

Em nossa conversa, lembrou de Francisco Julião, Zé da Galileia e Gregório Bezerra. 

Com esses laços de lembranças e afinidades, Seu Geraldo, conhecido por todos na prefeitura de Parnamirim. Foi um dos primeiros a apoiar a nossa chapa, já que não se sentia representado pela imobilidade. Dizia ele "um sindicato que não promove nem diversão do trabalhador?".

Após a eleição, seu Geraldo viu o sindicato se transformar, ter sede própria, luta pelo vale transporte, "professores se rebelando" (fala dele), área de lazer...

Se aposentou vendo transformações da instituição que ele nunca deixou de ser filiado, mesmo em vacas magras, acreditou que o Sintserp ia melhorar e viu isso se materializar, frequentando todas as lutas e festas, com orgulho e sua família ao lado, celebrando sonhos concretizados.

Elegemos ele como presidente de honra do sindicato como um critério, enorme do ser humano. Ser perseverante, acreditando que um dia o coletivo mudaria a instituição que o representava.

Aqui não celebramos a morte de Seu Geraldo, celebramos a primavera, em quem acreditava na transformação e em pessoas de atitude; obrigado Seu Geraldo, você nos ensinou... 

Celino Bezerra


terça-feira, 2 de junho de 2026

Nota de Pesar pelo falecimento do servidor Geraldo Coelho

O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Município de Parnamirim vem por meio desta nota manifestar seu pesar e sua solidariedade à família, amigos e colegas de trabalho do servidor, Geraldo Coelho da Silva, que faleceu nesta terça, 2 de junho.

Seu Geraldo, servidor aposentado, foi querido por todos que puderam conviver junto a ela em suas atividades profissionais e vida pessoal, deixando saudades.

Neste momento de tamanha tristeza e consternação, rezamos para que Deus dê forças à família e aos amigos para lidar com este momento tão difícil, sabedoria e coragem para seguir em frente. A vida é o bem mais valioso que temos, e mesmo diante da morte precisamos nos manter firmes em honra e memória dos que se foram.

Que Deus ilumine e conforte família e amigos. Recebam os nossos mais sinceros pêsames.

Parnamirim, 2 de junho de 2026.

Direção do SINTSERP 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Nota de Pesar pelo falecimento da servidora Débora Ferreira

O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Município de Parnamirim vem por meio desta nota manifestar seu pesar e sua solidariedade à família, amigos e colegas de trabalho da servidora, Débora Ferreira da Silva, que faleceu nesta quinta, 28 de maio.

Débora foi gestora da Escola Íris de Almeida Matos, querida por todos que puderam conviver junto a ela em suas atividades profissionais e vida pessoal, deixando saudades.

Neste momento de tamanha tristeza e consternação, rezamos para que Deus dê forças à família e aos amigos para lidar com este momento tão difícil, sabedoria e coragem para seguir em frente. A vida é o bem mais valioso que temos, e mesmo diante da morte precisamos nos manter firmes em honra e memória dos que se foram.


Que Deus ilumine e conforte família e amigos. Recebam os nossos mais sinceros pêsames.


Parnamirim, 28 de maio de 2026.

Direção do SINTSERP